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Movimento no Aeroporto de Brasília cai no mês de março

Queda na demanda de voos, as restrições de locomoção, o medo de contágio e o fechamento de diversas fronteiras impactaram bruscamente o setor da aviação no período.

A pandemia de Covid-19 impactou negativamente o fluxo de passageiros no Aeroporto de Brasília em março de 2020. O temor de contágio levou passageiros a cancelarem ou postergarem suas viagens, e as medidas de restrição à locomoção impostas por diversos países reduziu ainda mais a demanda por voos.

No mês, a Inframerica registrou um movimento de 842 mil passageiros, número 39% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado, quando o fluxo de passageiros foi de 1,38 milhão. Trata-se, até o momento, do menor número de passageiros já registrado desde que a Inframerica assumiu a concessão do terminal aéreo. A empresa assumiu o Aeroporto de Brasília em 2013, e, desde então, vinha registrando um fluxo sempre superior, ultrapassando a casa de milhão. A quantidade de pousos e decolagens também diminuiu 27,4% no período.

O impacto na movimentação internacional também foi grande. Desde o dia 25 de março, foram suspensos todos os voos internacionais diretos da capital federal para os nove destinos no exterior. No mês registrou-se um fluxo de 30.889 passageiros internacionais, 43,4% menor que março de 2019.

Com a queda na demanda, a Inframerica decidiu suspender provisoriamente as operações de uma das suas salas de embarque. A ala cuja operação está suspensa comporta os portões de 1 a 14, além da suspensão das operações da área internacional.

A medida é temporária e tem como objetivo otimizar a utilização da infraestrutura aeroportuária e adequar a logística durante a pandemia do Coronavírus, que gerou uma acentuada queda na demanda por transporte aéreo de passageiros.

Com uma redução de mais de 90% na movimentação aérea, a concessionária também suspendeu as operações de uma das suas pistas de pousos e decolagens. O Aeroporto de Brasília está trabalhando monopista, mantendo todas as manutenções necessárias e os mais altos índices de segurança, sem prejuízo às operações do terminal aéreo.   

  • 1º trimestre:

O impacto decorrente da pandemia contribuiu para o encerramento do primeiro trimestre negativo. O fluxo de passageiros nos três primeiros meses do ano foi 13% menor em relação ao mesmo período de 2019 e a movimentação aérea teve uma retração de 10%.

A circulação de passageiros de voos internacionais caiu 7%, porém a quantidade de voos no período foi maior. Foram registrados 1.296 pousos e decolagens, um aumento de 6,58%, se comparado a 2019.

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