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Greve dos Caminhoneiros: estratégias e comunicação transparente

 A greve dos caminhoneiros já completou mais de dois meses e muitas lições foram aprendidas durante os 10 dias de paralização que impactaram diretamente o Aeroporto de Brasília.

As medidas tomadas com antecedência foram essenciais para minimizar os efeitos da crise. Ao menor sinal de alerta sobre a possibilidade de desabastecimento a área de operações do Aeroporto iniciou medidas preventivas em conjunto com as companhias aéreas.

A transparência e a comunicação aberta fizeram com que os impactos fossem trabalhados com antecedência com o objetivo de reduzir os prejuízos para os passageiros.

Diariamente o pool de abastecimento do Aeroporto de Brasília recebe cerca de 20 caminhões de combustíveis, mais de 1 milhão de litros de querosene de aviação. O terminal brasiliense é o 3º mais movimentado do país e por ter uma característica de hub (centro de conexão) o consumo diário do insumo chega ao milhão de litros.

Mesmo com reservas suficientes, ao notar que a demanda de caminhões tanque estava diminuindo, medidas emergenciais foram acionadas e somente pousavam aeronaves com capacidade para decolar sem precisar realizar o abastecimento na capital. As ações preventivas foram essenciais para que os efeitos reais da crise fossem sentidos apenas 4 dias depois.  

A comunicação transparente, eficiente e didática auxiliou no diálogo com os passageiros, além de ter sido exaustivamente comunicada pela imprensa, que foi envolvida o tempo todo com informações e status de voos, cancelamentos e quantidade de combustível armazenado.

O apoio de todos os órgãos públicos envolvidos, Força Aérea e Governo do Distrito Federal, foi essencial para que a operação regular do Aeroporto fosse reestabelecida.

Nosso agradecimento a todos os envolvidos foi em forma de troféu que lembrou o avião utilizado nas nossas comunicações. O desenho mostrava nossos níveis de combustível até chegar aos 100%.